Fernando Borges
nasceu em 1978
Fernando Borges se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, superior incompleto, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fernando Borges declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 33,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 30% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Fernando BorgesR$ 32,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fernando Borges declarou ao TSE R$ 55 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Xavantina (SC) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.61587%
- Próprio bolsoR$ 68813%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.19860,3%
- ServiçosR$ 2.10539,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Xavantina (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,6 por voto. Quem venceu, Milton Triaca, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 421; o mais barato, R$ 21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Teresinha Lauterio PTR$ 5,9 mil · 14 votosR$ 421
- Ana (Preta) PSDBR$ 5,5 mil · 37 votosR$ 149
- Sandra Palacio PTR$ 5,6 mil · 75 votosR$ 74
- Euzebio Koserski PLR$ 6 mil · 118 votosR$ 51,3
- Mari Dreon PTR$ 6,3 mil · 181 votosR$ 35
- Ivanir Giaretta - Chico PTR$ 5,9 mil · 170 votosR$ 34,6
- Lucimar Trevisan PTBR$ 5,6 mil · 169 votosR$ 33
- Ladi Dos Santos PTR$ 6 mil · 194 votosR$ 30,7
- Elizandro Scalco PTR$ 5,6 mil · 189 votosR$ 29,5
- Zaqueli Perondi Simoni PTR$ 5,7 mil · 235 votosR$ 24,5
- Milton Triaca PTR$ 5,6 mil · 268 votosR$ 21
Votos por real
- 2016, vereador: 0,38 votos por R$ 1.000, 1% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 3,9 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.