Fernando Bohrer
nasceu em 1952
Fernando Bohrer se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 55 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Fernando Bohrer declarou R$ 206,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- Fernando BohrerR$ 206,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Imovel urbanoR$ 187,1 milImóveis
- Terreno urbanoR$ 11,2 milImóveis
- Terreno ruuralR$ 4.492Imóveis
- Terreno ruralR$ 3.743Bens rurais e animais
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fernando Bohrer declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 33 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · União da Vitória (PR) · PSDB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- PessoasR$ 15 mil44,8%
- Próprio bolsoR$ 8.96926,8%
- OutrosR$ 8.13924,3%
- PartidoR$ 1.3394%
Para onde foi
- OutrosR$ 28,1 mil84%
- TransporteR$ 5.35516%
Quanto custou cada voto: vereador, União da Vitória (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 36,6 por voto. Quem venceu, Pires, gastou R$ 15,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 460; o mais barato, R$ 15,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Prof. Rosangela MDBR$ 60 mil · 130 votosR$ 460
- Sanson PDTR$ 18 mil · 79 votosR$ 222
- Cristina PDTR$ 18 mil · 368 votosR$ 48
- Mario Da Caixa PDTR$ 49 mil · 1.240 votosR$ 39,8
- Ricardo Sass - Sass PSCR$ 31 mil · 814 votosR$ 38,5
- Luilson Schwartz - Batata PSCR$ 18 mil · 502 votosR$ 36,6
- Celso Rocha DEMR$ 18 mil · 544 votosR$ 33
- Jair Brugnago PSDBR$ 52 mil · 1.636 votosR$ 31,5
- Moiseis Benassi-Moiseis DEMR$ 15 mil · 824 votosR$ 17,8
- Clarito Da Saúde PPR$ 15 mil · 925 votosR$ 16,6
- Pires PPR$ 18 mil · 1.167 votosR$ 15,7
Votos por real
- 2004, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.