Fernando Banana
Fernando Antonio Gomes de Almeida Ramos · nasceu em 1967
Fernando Banana se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2016), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, representante comercial, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fernando Banana declarou R$ 3.737 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fernando Banana declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Miracema (RJ) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.43865,2%
- Outros candidatosR$ 76734,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.35394,1%
- EscritórioR$ 855,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Miracema (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 17,9 por voto. Quem venceu, Mauricio Vô, gastou R$ 6,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.930; o mais barato, R$ 6,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlos Caruso DEMR$ 21 mil · 11 votosR$ 1.930
- Elaine Do Gugu PPR$ 14 mil · 110 votosR$ 129
- Marcio Serralheiro PPR$ 8,8 mil · 103 votosR$ 85,9
- Jorge Ondeide PPR$ 23 mil · 296 votosR$ 76,5
- Brecoco PPR$ 23 mil · 423 votosR$ 55,5
- Serginho Da Banca Souza PPR$ 10 mil · 473 votosR$ 21,1
- Hugo Fernandes PLR$ 11 mil · 602 votosR$ 17,9
- Caio Rocha PSDR$ 5,8 mil · 444 votosR$ 13
- Fabrício Xavier PSCR$ 7,8 mil · 806 votosR$ 9,66
- Marcus Felipe Linhares PPR$ 4,5 mil · 539 votosR$ 8,40
- Genessi Rodrigues REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 470 votosR$ 7,44
- Mauricio Vô SOLIDARIEDADER$ 4,4 mil · 639 votosR$ 6,85
Votos por real
- 2020, vereador: 195 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.