Apuração
Vereador · 2016 · PSDB

Fernando do Paraterra

Fernando Francisco Chagas · nasceu em 1961

Fernando do Paraterra se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSDB2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Berizal (MG)
    PSDB 45000· centro-direita
    eleito166 votos
  2. 2012
    Vereador · Berizal (MG)
    PSDB 45000· centro-direita· na urna, Fernando
    eleito153 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Fernando do Paraterra declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Berizal (MG) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 2.466
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.466.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 1.99280,8%
  2. Próprio bolsoR$ 47419,2%

Para onde foi

R$ 2.466
O maior gasto foi com transporte: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.466. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 77731,5%
  2. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 40516,4%
  3. Material impressoR$ 31112,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Berizal (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 63,4 por voto. Quem venceu, Benga, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 618; o mais barato, R$ 29,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Vadin PLR$ 6,2 mil · 10 votosR$ 618
  • Poncha REPUBLICANOSR$ 6,9 mil · 24 votosR$ 288
  • Deninha PHSR$ 5,9 mil · 24 votosR$ 245
  • Dão Paraíba PDTR$ 5,5 mil · 49 votosR$ 113
  • Marcos PSDBR$ 7,4 mil · 83 votosR$ 89
  • Tia Lia REPUBLICANOSR$ 6 mil · 75 votosR$ 79,7
  • Robertim PDTR$ 6,2 mil · 97 votosR$ 63,4
  • João Forró PLR$ 5,3 mil · 90 votosR$ 58,8
  • Demerval PHSR$ 6,8 mil · 134 votosR$ 50,9
  • Dona Bete MDBR$ 5,8 mil · 127 votosR$ 45,4
  • Vilmar PLR$ 6 mil · 181 votosR$ 32,9
  • Benga PTBR$ 6,5 mil · 223 votosR$ 29,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.