Fernando
Fernando Rodrigues da Silva · nasceu em 1962
Fernando se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Fernando declarou R$ 98,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 413,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.
- FernandoR$ 98,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fernando declarou ao TSE R$ 799 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 326.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Sanclerlândia (GO) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Sanclerlândia (GO), 2012
Mediana da disputa: R$ 51,6 por voto. Quem venceu, Anilton Mendonça, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 11,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Agnaldo Rocha PTBR$ 14 mil · 73 votosR$ 194
- Antônio Bento PTR$ 9 mil · 86 votosR$ 105
- Fausto De Paula MDBR$ 38 mil · 365 votosR$ 105
- Kenede Da Mobilar PTBR$ 15 mil · 178 votosR$ 81,6
- Celso PTBR$ 5 mil · 91 votosR$ 55
- Martone PSDR$ 15 mil · 297 votosR$ 51,6
- Vilmarcos MDBR$ 6,1 mil · 120 votosR$ 50,9
- Ronier PTBR$ 14 mil · 273 votosR$ 49,8
- Ronaldo MDBR$ 6,3 mil · 292 votosR$ 21,4
- Kácio PSDR$ 5,3 mil · 327 votosR$ 16,3
- Anilton Mendonça PSDR$ 4,5 mil · 394 votosR$ 11,5
Votos por real
- 2012, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 257 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.