Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Fernandinho

Fernando Pereira Bitencourt · nasceu em 1974

Fernandinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2008: 33 anos, superior completo, auxiliar de escritório e assemelhados. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Ibirubá (RS)
    MDB 15604· centro
    candidatura não chegou à urna631 votos
  2. 2004
    Vereador · Ibirubá (RS)
    MDB 15604· centro· na urna, Fernandinho Bitencourt
    suplente475 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Fernandinho declarou R$ 149,7 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 149,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 55.500 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • FernandinhoR$ 149,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 149,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Fernandinho declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Ibirubá (RS) · MDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 17,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 17 mil
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17 mil.
  1. Material impressoR$ 9.10353,6%
  2. TransporteR$ 7.46744%
  3. EscritórioR$ 2521,5%
  4. OutrosR$ 1610,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Ibirubá (RS), 2008

Fernandinho: R$ 26,9 por voto (mediana da disputa, R$ 26,8). O voto mais caro custou R$ 68,2; o mais barato, R$ 15,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. contorno claro: Fernandinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 81 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.