Feltraco
Vilmar Francisco Feltraco · nasceu em 1956
Feltraco disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Tuparendi (RS)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Feltraco declarou R$ 247 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- FeltracoR$ 247 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Feltraco declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Tuparendi (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.65258,5%
- Material impressoR$ 1.05223,2%
- ServiçosR$ 81017,9%
- EscritórioR$ 190,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Tuparendi (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Beate Petry, gastou R$ 10,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 234; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tania Krause Ferreira PPR$ 6,3 mil · 27 votosR$ 234
- Juliana Zalamena PSBR$ 5,7 mil · 50 votosR$ 114
- Bernardino Bortolini PTBR$ 10 mil · 146 votosR$ 69,2
- Joice Diniz PTBR$ 11 mil · 174 votosR$ 61,3
- Marco Zander MDBR$ 6,4 mil · 109 votosR$ 59,1
- Dr. Wilson PPR$ 18 mil · 409 votosR$ 43,6
- Marcelo Da Silva PPR$ 9,3 mil · 295 votosR$ 31,4
- Prof. Bea PSDBR$ 8,6 mil · 276 votosR$ 31,1
- Beto Zalamena PPR$ 5,4 mil · 221 votosR$ 24,3
- Marquinhos Facchinetto PPR$ 5,6 mil · 246 votosR$ 22,8
- Perera PPR$ 5,6 mil · 294 votosR$ 19,2
- Beate Petry PTR$ 5,3 mil · 498 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.