Felipe Soares
Felix Amado Soares · nasceu em 1958
Felipe Soares se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2004), PDT (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Felipe Soares declarou R$ 128,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 52 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Felipe SoaresR$ 128,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Felipe Soares declarou ao TSE R$ 78 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Coronel Sapucaia (MS) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.37372,4%
- Próprio bolsoR$ 2.42927,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 4.25848,4%
- Material impressoR$ 2.80131,8%
- TransporteR$ 1.01411,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 7298,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Sapucaia (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 67,1 por voto. Quem venceu, Niagara Kraievski, gastou R$ 33 por voto. O voto mais caro custou R$ 124; o mais barato, R$ 33.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Segundo Rocha PTR$ 24 mil · 197 votosR$ 124
- Celso Cabral PSDBR$ 26 mil · 242 votosR$ 109
- Joao Do Banquinho PRPR$ 34 mil · 327 votosR$ 105
- Baixinha PLR$ 23 mil · 244 votosR$ 96,2
- Professora Sandra CIDADANIAR$ 22 mil · 289 votosR$ 77
- Professora Eloir MDBR$ 18 mil · 245 votosR$ 71,5
- Claudinha PTBR$ 31 mil · 456 votosR$ 67,1
- Robertinho CIDADANIAR$ 18 mil · 325 votosR$ 56,9
- Patrick Da Contact PROSR$ 22 mil · 472 votosR$ 47,5
- Celinha PLR$ 18 mil · 444 votosR$ 41,4
- Natacha Kuasne PRPR$ 18 mil · 475 votosR$ 38
- Niagara Kraievski AGIRR$ 22 mil · 678 votosR$ 33
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.