Felipe Moro
Luis Felipe Moro Mendes · nasceu em 1987
Felipe Moro disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Mandirituba (PR)), pelo PROS: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 29 anos, superior completo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Felipe Moro declarou R$ 149,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Felipe MoroR$ 149,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Felipe Moro declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Mandirituba (PR) · PROS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.40069,2%
- Próprio bolsoR$ 1.00420,4%
- Outros candidatosR$ 50710,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.12643,3%
- PessoalR$ 1.94339,6%
- TransporteR$ 4849,9%
- ServiçosR$ 3246,6%
- EscritórioR$ 340,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Mandirituba (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,4 por voto. Quem venceu, Bernardo Palu, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 224; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neusa Da Pipoca PSCR$ 6,3 mil · 28 votosR$ 224
- Camargo PSCR$ 10 mil · 161 votosR$ 64,9
- Joaquim Machado PODER$ 6,4 mil · 150 votosR$ 42,6
- Odilei Lima REPUBLICANOSR$ 5,6 mil · 132 votosR$ 42,4
- Alex De Paula PPLR$ 6 mil · 170 votosR$ 35,1
- Gima PDTR$ 11 mil · 385 votosR$ 28,2
- Celso Batata PSCR$ 7,8 mil · 381 votosR$ 20,4
- Jorge Pereira REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 297 votosR$ 18,4
- Felipe Machado PDTR$ 7,3 mil · 485 votosR$ 15,2
- Bernardo Junior PLR$ 10 mil · 734 votosR$ 13,8
- Diego Carvalho REPUBLICANOSR$ 5,9 mil · 475 votosR$ 12,5
- Bernardo Palu REPUBLICANOSR$ 5,6 mil · 500 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.