Felipe
Felipe Barros Dodo · nasceu em 1993
Felipe disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Durandé (MG)), pelo PSC: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 22 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Felipe declarou R$ 9.748 em bens, em reais de hoje.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- FelipeR$ 9.748
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Felipe declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Durandé (MG) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.59188,9%
- PessoasR$ 32411,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.61956,1%
- TransporteR$ 94132,6%
- ServiçosR$ 32411,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Durandé (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,1 por voto. Quem venceu, Paca, gastou R$ 9,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 74,6; o mais barato, R$ 9,22.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geraldino PSCR$ 3,1 mil · 42 votosR$ 74,6
- Gilmar Narciso PTBR$ 6 mil · 92 votosR$ 65
- Itamar Do Zé Tieto PTBR$ 6,2 mil · 258 votosR$ 24,1
- Narly Irmã Do Gersoir PSCR$ 11 mil · 457 votosR$ 23,2
- Irmão Elias PTBR$ 3,1 mil · 139 votosR$ 22,5
- Pedrinho Bemfica DEMR$ 6,8 mil · 317 votosR$ 21,6
- Valdir Do Verote PTR$ 4,6 mil · 220 votosR$ 21,1
- Rosangela DEMR$ 4,6 mil · 276 votosR$ 16,7
- Nei Barbosa DEMR$ 5,9 mil · 364 votosR$ 16,3
- Antonio Sernado PTR$ 4,9 mil · 328 votosR$ 14,8
- Tunico PSCR$ 3,1 mil · 301 votosR$ 10,4
- Paca PTBR$ 3,3 mil · 356 votosR$ 9,22
Votos por real
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.