Apuração
Vereador · 2016 · PT

Felipe

Felipe Slomp Giron · nasceu em 1962

Felipe se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Caxias do Sul (RS)
    PT 13616· centro-esquerda
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Caxias do Sul (RS)
    PT 13616· centro-esquerda
    suplente2.656 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Felipe declarou R$ 145,4 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 145,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 89.482 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • FelipeR$ 145,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 145,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Saldo em espécie em moeda corrente nacionalR$ 48,7 mil
    Dinheiro em espécie
  2. Terreno na praia da cachamba municipio de balneário arroio…R$ 48,7 mil
    Terreno
  3. Conta poupança caixa economica federalR$ 30,8 mil
    Caderneta de poupança
  4. Aplicação financeira caixa economica federalR$ 13 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Participação societária na empresa realizar const. tecnico…R$ 4.162
    Outras participações societárias

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Felipe declarou ao TSE R$ 56 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 42 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Caxias do Sul (RS) · PT · suplente

De onde veio

R$ 13,3 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,3 mil.
  1. PessoasR$ 8.50164,1%
  2. Próprio bolsoR$ 4.37233%
  3. Outros candidatosR$ 3892,9%

Para onde foi

R$ 13,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,3 mil.
  1. Material impressoR$ 5.24639,6%
  2. TransporteR$ 3.45726,1%
  3. EscritórioR$ 2.42918,3%
  4. PessoalR$ 1.2149,2%
  5. EventosR$ 9046,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Caxias do Sul (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 27,9 por voto. Quem venceu, Denise Pessôa, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,1; o mais barato, R$ 16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dr Aldemir Ancelmo MDBR$ 52 mil · 629 votosR$ 83,1
  • Valdecir Silva PSDR$ 46 mil · 782 votosR$ 58,3
  • Gustavo Toigo PDTR$ 81 mil · 1.790 votosR$ 45,4
  • Marléa PDTR$ 48 mil · 1.063 votosR$ 44,9
  • Guila Sebben PPR$ 69 mil · 1.677 votosR$ 41,1
  • Jaison Barbosa PDTR$ 48 mil · 1.687 votosR$ 28,6
  • Adriano Bressan MDBR$ 55 mil · 1.970 votosR$ 27,9
  • Chico Guerra REPUBLICANOSR$ 83 mil · 3.133 votosR$ 26,5
  • Henrique Silva PC do BR$ 45 mil · 1.794 votosR$ 25,3
  • Elói Frizzo PSBR$ 66 mil · 2.718 votosR$ 24,4
  • Adiló PTBR$ 101 mil · 5.481 votosR$ 18,4
  • Denise Pessôa PTR$ 53 mil · 3.312 votosR$ 16

Votos por real

  • 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 63 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.