Apuração
Deputado estadual · 2014 · PC do B

Farley Sindeaux

Farley Sindeaux Ribeiro · nasceu em 1978

Farley Sindeaux se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PC do B2012PC do B2014PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

Dep. estadualVereadorPartidoPC do B201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 35 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PC do B 65192· esquerda
    suplente5.116 votos; 257º mais votado de 1.055 no estado
  2. 2012
    Vereador · Montes Claros (MG)
    PC do B 65192· esquerda
    suplente
  3. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PC do B 65192· esquerda
    suplente5.875 votos; 263º mais votado de 942 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Farley Sindeaux teve 5.116 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 257º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 256 cidades. Montes Claros deu 34,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 68,3%.

5.116 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 5.116 votos.
  1. Montes Claros (MG)1.776 votos34,7%
  2. Belo Horizonte (MG)494 votos9,7%
  3. Janaúba (MG)197 votos3,9%
  4. Taiobeiras (MG)174 votos3,4%
  5. Uberlândia (MG)112 votos2,2%
  6. Outras 241 cidades1.624 votos31,7%
As outras 1 eleições para deputado
5.875 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.875 votos.
  1. Montes Claros (MG)2.383 votos40,6%
  2. Belo Horizonte (MG)358 votos6,1%
  3. Janaúba (MG)205 votos3,5%
  4. Taiobeiras (MG)193 votos3,3%
  5. São Francisco (MG)189 votos3,2%
  6. Outras 215 cidades1.601 votos27,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Farley Sindeaux declarou R$ 156,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2014, o total subiu R$ 10,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 156,3 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.603 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • Farley SindeauxR$ 156,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 156,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Automovel polo 1.6 2006/2006R$ 63,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Terreno urbano de 1180 M2R$ 58,2 mil
    Terra nua
  3. Automovel gol 16V 2000/2000R$ 16,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Terreno urbano de 435 M2R$ 10,7 mil
    Terra nua
  5. Moto honda cg titan 2003R$ 7.869
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Farley Sindeaux declarou ao TSE R$ 98 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 41 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 25,9 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 19,2 mil74,2%

Para onde foi

R$ 25,6 mil
O maior gasto foi com serviços: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços11 pessoas, não nomeadasR$ 9.21636%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 200 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 143 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.