Farley Santana
Farley Pedro Santana · nasceu em 1984
Farley Santana se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2008), PTB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Farley Santana declarou R$ 573,5 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 485,9 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Farley SantanaR$ 573,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 01 Aviário financiadoR$ 487,4 milOutros bens imóveis
- 01 Veículo pálio ano 2012/2013R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Veículo pálio ano 2006/2007R$ 29,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Motocicleta XRE300 2012/2013R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Farley Santana declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Perdizes (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.75347,5%
- PessoasR$ 1.76530,4%
- Outros candidatosR$ 1.28222,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.94168%
- TransporteR$ 64811,2%
- PessoalR$ 58310,1%
- ServiçosR$ 3856,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2434,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Perdizes (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,6 por voto. Quem venceu, William Parceiro, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 18,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pirreia PPR$ 13 mil · 131 votosR$ 102
- Miltinho AVANTER$ 10 mil · 182 votosR$ 55,7
- Pastor Eliézio MDBR$ 9 mil · 235 votosR$ 38,4
- Cláudia Barreto PPR$ 10 mil · 304 votosR$ 34,2
- Lucimar Cunha MDBR$ 9 mil · 266 votosR$ 34
- Rodrigo Sadan CIDADANIAR$ 13 mil · 483 votosR$ 27,6
- Janete Da Creche AVANTER$ 8,9 mil · 344 votosR$ 26
- Lucas Do Cerrado AVANTER$ 16 mil · 687 votosR$ 23
- Gilmar Borges De Melo CIDADANIAR$ 8,7 mil · 386 votosR$ 22,6
- Joel Mecanico PTBR$ 9,9 mil · 464 votosR$ 21,4
- William Parceiro PSBR$ 11 mil · 562 votosR$ 18,8
Votos por real
- 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.