Faria da Medicina
Benedito Faria · nasceu em 1945
Faria da Medicina se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 71 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Faria da Medicina declarou R$ 487,4 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Faria da MedicinaR$ 487,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Faria da Medicina declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itajubá (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itajubá (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Zé Pequeno, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 85; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Zé Savio Filé PSDR$ 10 mil · 121 votosR$ 85
- Prof Rui Martins PSLR$ 14 mil · 274 votosR$ 51,3
- Wilson Da Utel PTBR$ 15 mil · 303 votosR$ 48
- Laísa Peppi MDBR$ 12 mil · 381 votosR$ 32,6
- Waldene Gonçalves PLR$ 12 mil · 414 votosR$ 28,4
- Marcelo Krauss REDER$ 17 mil · 677 votosR$ 25,1
- Dr. Raimundo Silva AVANTER$ 11 mil · 425 votosR$ 25
- Fernando Gonzaga Do Luizão MDBR$ 10 mil · 464 votosR$ 22,6
- Serginho E Amigos PPR$ 13 mil · 577 votosR$ 22,2
- Joel Da Guadalupe PSDBR$ 11 mil · 666 votosR$ 16,9
- Zé Pequeno MDBR$ 11 mil · 946 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2016, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 249 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.