Fan Ribeiro
Fanlins Rodrigues Ribeiro · nasceu em 1981
Fan Ribeiro se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2008), REPUBLICANOS (2012–2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior incompleto, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Fan Ribeiro declarou R$ 201,1 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 187,6 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Fan RibeiroR$ 201,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fan Ribeiro declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Antônio Cardoso (BA) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Antônio Cardoso (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 28,3 por voto. Quem venceu, Del De Tocos, gastou R$ 8,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.097; o mais barato, R$ 8,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Irmão Bastos CIDADANIAR$ 6,6 mil · 6 votosR$ 1.097
- Pró Djamara REDER$ 3,1 mil · 13 votosR$ 238
- Gilvando PPR$ 8,1 mil · 72 votosR$ 112
- Pinho Da Ilha PC do BR$ 7,7 mil · 251 votosR$ 30,8
- Chico Rico PPR$ 9,6 mil · 329 votosR$ 29,2
- Valdir De Neneu PODER$ 7,2 mil · 253 votosR$ 28,3
- Ozeias PTR$ 8,3 mil · 323 votosR$ 25,8
- Marcos Da Cabana PTR$ 8,3 mil · 384 votosR$ 21,7
- Filo PPR$ 6,1 mil · 351 votosR$ 17,2
- Neide De Maru PTR$ 3,3 mil · 343 votosR$ 9,64
- Del De Tocos PPR$ 5,8 mil · 684 votosR$ 8,44
Votos por real
- 2016, vereador: 242 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 221 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.