Fael
José Rafael de Abreu Magalhães · nasceu em 1959
Fael se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2016.
Passou por 5 partidos: PTB (2004), PRONA (2006), AVANTE (2008), MDB (2012), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroPRONA 5656· direitasuplente13.133 votos; 113º mais votado de 707 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Fael teve 13.133 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 113º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 87 cidades. São Gonçalo deu 74,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Fael declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 42 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Gonçalo (RJ) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São Gonçalo (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,5 por voto. Quem venceu, Lecinho, gastou R$ 15,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 89,8; o mais barato, R$ 15,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Cesar Eu Acredito PODER$ 240 mil · 2.675 votosR$ 89,8
- Anderson Andef PLR$ 83 mil · 1.982 votosR$ 41,8
- Eduardo Gordo MDBR$ 180 mil · 4.372 votosR$ 41,2
- Sandro Almeida PSDBR$ 180 mil · 4.620 votosR$ 39
- Dr. Fabio Farah MDBR$ 144 mil · 3.815 votosR$ 37,8
- Misael Da Flordelis MDBR$ 152 mil · 4.309 votosR$ 35,2
- Alexandre Gomes PSBR$ 134 mil · 3.900 votosR$ 34,5
- Jalmir Junior PRTBR$ 126 mil · 3.689 votosR$ 34,2
- Diney Marins PSBR$ 166 mil · 6.700 votosR$ 24,8
- Maciel MOBILIZAR$ 86 mil · 4.137 votosR$ 20,8
- Vinicius REPUBLICANOSR$ 86 mil · 4.332 votosR$ 19,8
- Lecinho MDBR$ 103 mil · 6.863 votosR$ 15,1
Votos por real
- 2016, vereador: 691 votos por R$ 1.000, 9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 639 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 312 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 395 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.