Fabricio Lima
Fabricio dos Santos Lima · nasceu em 1983
Fabricio Lima se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PC do B (2008), PSB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 29 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Fabricio Lima declarou R$ 43,8 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amapá em 2012.
- Fabricio LimaR$ 43,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 3.287
- Mediana dos eleitosR$ 67,9 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fabricio Lima declarou ao TSE R$ 866 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 866.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Amapá (AP) · PSB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Amapá (AP), 2012
Mediana da disputa: R$ 29,5 por voto. Quem venceu, Eliel, gastou R$ 8,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 312; o mais barato, R$ 6,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dorival Sobral PPR$ 25 mil · 79 votosR$ 312
- Luzenilde DCR$ 12 mil · 115 votosR$ 106
- Ney DEMR$ 27 mil · 257 votosR$ 105
- Rosilda PSCR$ 10 mil · 103 votosR$ 101
- Angelo Sucupira CIDADANIAR$ 6,7 mil · 178 votosR$ 37,7
- Puruca PTBR$ 8,3 mil · 244 votosR$ 33,8
- Naldo Mira PTR$ 5,4 mil · 184 votosR$ 29,5
- Dorivan PDTR$ 2,4 mil · 164 votosR$ 14,7
- Tatu DEMR$ 1,1 mil · 87 votosR$ 12,4
- Mauro PTBR$ 1,2 mil · 106 votosR$ 11,8
- Eliel PDTR$ 1,3 mil · 157 votosR$ 8,31
- Dr. Paulo PDTR$ 1 mil · 148 votosR$ 6,76
Votos por real
- 2008, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.