Apuração
Deputada estadual · 2006 · PSDB

Fabíola Alencar

Fabíola Alencar de Biscuccia · nasceu em 1957

Fabíola Alencar se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PP2004PP2006PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2002–2004), PSDB (2006).

Dep. estadualVice-prefeitaPartidoPPPSDB200220042006
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 49 anos, superior completo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputada estadual · Ceará
    PSDB 45999· centro-direita
    suplente9.218 votos; 96º mais votada de 543 no estado
  2. 2004
    Vice-prefeita · Crato (CE)
    PP 45· direita· na urna, Fabiola Alencar
    Na chapa de Samuel Araripe
    chapa eleita21.103 votos da chapa, 37,0%
  3. 2002
    Deputada estadual · Ceará
    PP 11999· direita· na urna, Fabiola Alencar
    suplente23.344 votos; 55º mais votada de 397 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Fabíola Alencar teve 9.218 votos para deputada estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 96º lugar entre 543 candidatos.

Recebeu votos em 110 cidades. Crato deu 72,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,5%.

9.218 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 9.218 votos.
  1. Crato (CE)6.679 votos72,5%
  2. Fortaleza (CE)705 votos7,6%
  3. Juazeiro do Norte (CE)342 votos3,7%
  4. Barbalha (CE)214 votos2,3%
  5. Araripe (CE)156 votos1,7%
  6. Outras 95 cidades417 votos4,5%
As outras 1 eleições para deputado
23.344 votos
votos para deputada estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 23.344 votos.
  1. Crato (CE)14.995 votos64,2%
  2. Campos Sales (CE)3.714 votos15,9%
  3. Fortaleza (CE)884 votos3,8%
  4. Farias Brito (CE)810 votos3,5%
  5. Juazeiro do Norte (CE)347 votos1,5%
  6. Outras 85 cidades677 votos2,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Fabíola Alencar declarou R$ 36,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará.

R$ 36,2 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 12.153 na declaração)

Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Ceará em 2006.

  • Fabíola AlencarR$ 36,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 14,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 857,9 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 36,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Quota de Capital na Firma Hospital Regional ManuelR$ 31 mil
    Empresas e participações
  2. 01 Linha telefônica PrefixoR$ 2.684
    Outros
  3. Quota de Capital na Empresa Instituto de Fisioterapia…R$ 2.484
    Empresas e participações
  4. Ações de Linha Telefônica CelularR$ 30
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Fabíola Alencar declarou ao TSE R$ 783 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 508 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputada estadual · Ceará · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 274,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 274,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 142,4 mil51,9%
  2. Próprio bolsoR$ 40,2 mil14,6%

Para onde foi

R$ 274,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 274,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal137 pessoas, não nomeadasR$ 186,1 mil67,8%
  2. EscritórioR$ 8.6703,2%
  3. TransporteR$ 3.6191,3%
  4. ServiçosR$ 3.5591,3%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 1.3640,5%
  6. EventosR$ 9940,4%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Ceará, 2006

Mediana da disputa: R$ 14,5 por voto. Quem venceu, Marcos Cals, gastou R$ 6,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,4; o mais barato, R$ 6,79.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputada estadual: 34 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2002, deputada estadual: 46 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.