Fabio Pontes
Fabio de Pontes · nasceu em 1973
Fabio Pontes se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2012), PSB (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Fabio Pontes declarou R$ 290,6 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 213,9 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Fabio PontesR$ 290,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fabio Pontes declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cajamar (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.83057,1%
- PessoasR$ 2.12342,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cajamar (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 208 por voto. Quem venceu, Saulo, gastou R$ 24,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 663; o mais barato, R$ 24,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Erika Macedo PSBR$ 42 mil · 64 votosR$ 663
- Bia Da Saúde PSDR$ 25 mil · 46 votosR$ 554
- Keity Ferraz PSDR$ 28 mil · 60 votosR$ 474
- Pedro Barnabé PTR$ 57 mil · 123 votosR$ 463
- Neide Doro PSDR$ 25 mil · 61 votosR$ 418
- Luciana Satu PSDR$ 25 mil · 119 votosR$ 214
- Lu Domingues PSDR$ 26 mil · 124 votosR$ 208
- Maria Guerra PSDR$ 25 mil · 137 votosR$ 186
- Sheila Da Educação PSDR$ 25 mil · 169 votosR$ 151
- Alexandre Lima PSBR$ 34 mil · 430 votosR$ 79
- Reinaldo Santos MDBR$ 35 mil · 708 votosR$ 49
- Saulo PSDR$ 45 mil · 1.828 votosR$ 24,4
Votos por real
- 2020, vereador: 242 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.