Fabio Japones
Fabio Luiz Sakaki do Amaral · nasceu em 1978
Fabio Japones se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, ensino médio, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Fabio Japones declarou R$ 502,8 mil em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Fabio JaponesR$ 502,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fabio Japones declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · José Bonifácio (SP) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 81274,2%
- PessoasR$ 28325,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.07698,2%
- EscritórioR$ 201,8%
Quanto custou cada voto: vereador, José Bonifácio (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,5 por voto. Quem venceu, Adenilson Seron, gastou R$ 7,82 por voto. O voto mais caro custou R$ 23,8; o mais barato, R$ 5,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gefferson Luis PTBR$ 13 mil · 531 votosR$ 23,8
- Renato Zaqueo DEMR$ 7,9 mil · 427 votosR$ 18,6
- Olimiro Do Sindicato REPUBLICANOSR$ 3,9 mil · 257 votosR$ 15,3
- Daniele Sotello DEMR$ 8,4 mil · 605 votosR$ 14
- Rafinha Do Bar DEMR$ 13 mil · 980 votosR$ 13,7
- José Carlos Da Santa Luzia PTBR$ 2,8 mil · 214 votosR$ 13
- Fábio Pião MDBR$ 8,8 mil · 703 votosR$ 12,5
- Jura Do Onibus PSDR$ 2,8 mil · 260 votosR$ 10,9
- Cassio Gallo MDBR$ 8,9 mil · 1.066 votosR$ 8,38
- Adenilson Seron PVR$ 5,4 mil · 692 votosR$ 7,82
- Evandrinho MDBR$ 2,6 mil · 399 votosR$ 6,43
- Eliabe Oliveira PSDBR$ 2,2 mil · 412 votosR$ 5,23
Votos por real
- 2020, vereador: 329 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.