Fabio Caixeta
Fabio Alves Caixeta · nasceu em 1975
Fabio Caixeta se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2008–2012), PSD (2016), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Fabio Caixeta declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 58 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.
Declarou 58 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Fabio CaixetaR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- CH´ÁCARA - Município de Faina-GoR$ 861,9 milTerreno
- Imovel ResidencialR$ 502,8 milCasa
- Imóvel comercialR$ 287,3 milPrédio comercial
- Fiat uno 2011R$ 17,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Fabio Caixeta declarou ao TSE R$ 296 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 165 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Goiânia (GO) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 17,8 mil57%
- Fundo eleitoralR$ 11,3 mil36,2%
- Outros candidatosR$ 2.1236,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 8.27649,2%
- Material impressoR$ 6.55239%
- TransporteR$ 1.2747,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 7084,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Goiânia (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 112 por voto. Quem venceu, Anselmo Pereira, gastou R$ 48 por voto. O voto mais caro custou R$ 340; o mais barato, R$ 48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dr Paulo Daher MOBILIZAR$ 423 mil · 1.242 votosR$ 340
- Martiniano Cavalcante PSBR$ 241 mil · 1.007 votosR$ 239
- Antonio Carneiro SOLIDARIEDADER$ 264 mil · 1.903 votosR$ 139
- Juliana Braga Do Karatê DEMR$ 201 mil · 1.477 votosR$ 136
- Tatiana Lemos PC do BR$ 234 mil · 1.801 votosR$ 130
- Sabrina Garcez PSDR$ 658 mil · 5.891 votosR$ 112
- Gustavo Cruvinel MDBR$ 380 mil · 3.478 votosR$ 109
- Sandes Junior PPR$ 335 mil · 4.664 votosR$ 71,9
- Henrique Alves MDBR$ 263 mil · 4.372 votosR$ 60,1
- Anselmo Pereira MDBR$ 219 mil · 4.574 votosR$ 48
Votos por real
- 2020, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.