Fabinho
Fabio Rocha da Silva · nasceu em 1981
Fabinho se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PP (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, ensino médio, operador de implemento de agricultura, pecuária e exploração florestal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Fabinho declarou R$ 110,5 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 36,9 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- FabinhoR$ 110,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Fabinho declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Santa Rita de Cássia (BA) · PP · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rita de Cássia (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 2,57 por voto. Quem venceu, Bruno Fidibei, gastou R$ 1,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 1,31.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vilma Dias PTBR$ 14 mil · 115 votosR$ 123
- Itamar Bonfim PSDBR$ 2,1 mil · 183 votosR$ 11,2
- No Bola PSDR$ 849 · 134 votosR$ 6,34
- Junior Carvalho PSDR$ 1,4 mil · 294 votosR$ 4,81
- Regina Toldão PPR$ 4,2 mil · 903 votosR$ 4,62
- Laan PSDR$ 1,5 mil · 516 votosR$ 2,88
- Robertinho PPR$ 1,1 mil · 424 votosR$ 2,57
- Rafael Lacerda PSDR$ 1,4 mil · 562 votosR$ 2,52
- Emerson Mendes PSDBR$ 3,4 mil · 1.393 votosR$ 2,44
- Lé Do Peixe PSDBR$ 1,8 mil · 1.031 votosR$ 1,78
- Ori Brandão PSDBR$ 1,5 mil · 1.016 votosR$ 1,46
- Bruno Fidibei PSDBR$ 1,4 mil · 1.080 votosR$ 1,31
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.