Fabinho
Jose Monçao de França · nasceu em 1967
Fabinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004), CIDADANIA (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Fabinho declarou R$ 423,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- FabinhoR$ 423,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fabinho declarou ao TSE R$ 6,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Itanhangá (MT) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 3.25367,7%
- Próprio bolsoR$ 1.33927,9%
- PessoasR$ 2144,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itanhangá (MT), 2008
Mediana da disputa: R$ 69,7 por voto. Quem venceu, Emersom Sabatine, gastou R$ 36,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 432; o mais barato, R$ 36,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Do Taxi DEMR$ 6,9 mil · 16 votosR$ 432
- Edilson Da Upa Upa PSDBR$ 8 mil · 37 votosR$ 217
- Miguel PLR$ 8 mil · 40 votosR$ 200
- Charles Pintor PLR$ 8,2 mil · 78 votosR$ 104
- Aldo DEMR$ 8 mil · 88 votosR$ 91,1
- Gauchão PPR$ 8,1 mil · 114 votosR$ 71,4
- Elza Maria PPR$ 8 mil · 115 votosR$ 69,7
- David Pagno PPR$ 6,7 mil · 103 votosR$ 64,9
- José Da Agro A Solução PLR$ 8 mil · 140 votosR$ 57,3
- Almir Hahn DEMR$ 6,7 mil · 133 votosR$ 50,2
- Gentil PLR$ 6,7 mil · 171 votosR$ 39,1
- Emersom Sabatine PPR$ 6,7 mil · 183 votosR$ 36,5
Votos por real
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.