Fabinho
Fabio Silva Correa · nasceu em 1968
Fabinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2012), PSC (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Espírito SantoPDT 12344· centro-esquerdasuplente3.904 votos; 111º mais votado de 354 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Fabinho teve 3.904 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 354 candidatos.
Recebeu votos em 42 cidades. Serra deu 85,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Fabinho declarou R$ 313,1 mil em bens, em reais de hoje: 44 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 265,4 mil acima da inflação.
Declarou 44 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2020.
- FabinhoR$ 313,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 68,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Fabinho declarou ao TSE R$ 93 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Serra (ES) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 26,6 mil97%
- Próprio bolsoR$ 8233%
Para onde foi
- Material impressoR$ 21,6 mil78,8%
- TransporteR$ 5.80521,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Serra (ES), 2012
Mediana da disputa: R$ 78,2 por voto. Quem venceu, Cezar Nunes, gastou R$ 41,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 41,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gideão PLR$ 219 mil · 1.499 votosR$ 146
- Aecio Leite PTR$ 309 mil · 2.699 votosR$ 114
- Luiz Carlos Moreira MDBR$ 235 mil · 2.521 votosR$ 93,1
- Antonio Boy Do Inss PSBR$ 151 mil · 1.732 votosR$ 87
- Dório Do Pantanal MDBR$ 163 mil · 2.000 votosR$ 81,6
- Sabino PTR$ 118 mil · 1.471 votosR$ 80,1
- Gildo Gomes PSBR$ 106 mil · 1.360 votosR$ 78,2
- Cei De Tropical AVANTER$ 107 mil · 1.704 votosR$ 63,1
- Marcos Tongo AVANTER$ 125 mil · 2.276 votosR$ 55,1
- Bruno Lamas PSBR$ 213 mil · 4.488 votosR$ 47,5
- Rodrigo Caldeira PDTR$ 128 mil · 3.038 votosR$ 42,3
- Cezar Nunes PDTR$ 140 mil · 3.398 votosR$ 41,3
Votos por real
- 2012, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 235 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.