Fabinho
Fábio Ribeiro Machado · nasceu em 1961
Fabinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Fabinho declarou R$ 50,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- FabinhoR$ 50,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fabinho declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Tupaciguara (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.86893,6%
- Outros candidatosR$ 1956,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tupaciguara (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Eduardo Tigrão , gastou R$ 12,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,6; o mais barato, R$ 12,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Batista MOBILIZAR$ 12 mil · 206 votosR$ 58,6
- Zé Orlando DEMR$ 8 mil · 144 votosR$ 55,6
- Cicinho REPUBLICANOSR$ 7,2 mil · 132 votosR$ 54,8
- Divina Costa REPUBLICANOSR$ 6,8 mil · 241 votosR$ 28,2
- Licim PSDBR$ 15 mil · 544 votosR$ 26,7
- Vania Do Faustinho MDBR$ 8,3 mil · 316 votosR$ 26,1
- Fernando Vale Sorriso PLR$ 8,8 mil · 504 votosR$ 17,5
- Darço PSDBR$ 8,4 mil · 495 votosR$ 16,9
- Zezim Massuco PSBR$ 7,1 mil · 460 votosR$ 15,3
- Tenente Carlos REPUBLICANOSR$ 8,4 mil · 640 votosR$ 13,2
- Prof. Dalmo Santana MDBR$ 9,2 mil · 725 votosR$ 12,7
- Eduardo Tigrão MOBILIZAR$ 8,1 mil · 661 votosR$ 12,3
Votos por real
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 391 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.