Ezio Flores
Joao Ezio de Souza Lima · nasceu em 1956
Ezio Flores se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: DEM (2004), PV (2012), PATRIOTA (2014–2016), PSDB (2020), AVANTE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 68 anos, superior completo, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado federal · São PauloPATRIOTA 5188· direita· na urna, Ezionão eleito816 votos; 698º mais votado de 1.318 no estado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ezio Flores teve 816 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 698º lugar entre 1.318 candidatos.
Recebeu votos em 46 cidades. Barueri deu 61,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Ezio Flores declarou R$ 3,3 mi em bens, em reais de hoje: 150 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 2,4 mi acima da inflação.
Declarou 150 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Ezio FloresR$ 3,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ezio Flores declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Barueri (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Barueri (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 81,5 por voto. Quem venceu, Toninho Furlan, gastou R$ 33,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.727; o mais barato, R$ 33,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Henrique Gameleira PSDBR$ 78 mil · 45 votosR$ 1.727
- Celsom Mesma Direção PSDBR$ 83 mil · 65 votosR$ 1.282
- Sazinho PSDBR$ 85 mil · 115 votosR$ 742
- Jeferson Almeida AGIRR$ 156 mil · 732 votosR$ 213
- Zé Nilson PSDBR$ 225 mil · 1.301 votosR$ 173
- Fabião PSDBR$ 215 mil · 2.610 votosR$ 82,3
- Sergio Baganha PSDBR$ 174 mil · 2.135 votosR$ 81,5
- Mary Rodrigues PSDBR$ 215 mil · 2.719 votosR$ 79
- Wilson Zuffa REPUBLICANOSR$ 241 mil · 3.429 votosR$ 70,4
- Robertinho Mendonça SOLIDARIEDADER$ 113 mil · 1.879 votosR$ 60,3
- Cris Da Maternal PSDBR$ 178 mil · 3.347 votosR$ 53,3
- Toninho Furlan PDTR$ 106 mil · 3.148 votosR$ 33,7
Votos por real
- 2016, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 175 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.