Professor Evandro
Evandro Nery · nasceu em 1965
Professor Evandro se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2008
- 2004Prefeito · Santos Dumont (MG)PT 13· centro-esquerda· na urna, Evandro Professoreleito14.199 votos, 49,2%
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPT 13210· centro-esquerda· na urna, Evandro Nerysuplente9.925 votos; 209º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Professor Evandro teve 9.925 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 209º lugar entre 725 candidatos.
Recebeu votos em 85 cidades. Santos Dumont deu 86,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Evandro declarou R$ 204,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 30,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 44% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Professor EvandroR$ 204,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Evandro declarou ao TSE R$ 697 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 332 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Santos Dumont (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.5012,5%
- PessoasR$ 1.3120,6%
Para onde foi
- Pessoal44 pessoas, não nomeadasR$ 43,5 mil26,4%
- Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 25,8 mil15,7%
- Rádio, TV e vídeo4 pessoas, não nomeadasR$ 17,3 mil10,5%
- EventosR$ 7.3344,5%
- OutrosR$ 3.6852,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santos Dumont (MG), 2024
Professor Evandro: R$ 63,9 por voto (mediana da disputa, R$ 27,1). Quem venceu, Dr Pacífico Júnior, gastou R$ 21,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 292; o mais barato, R$ 21,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Evandro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bebeto Faria PSDR$ 719 mil · 2.460 votosR$ 292
- Francisco Claudio Advogado NOVOR$ 22 mil · 320 votosR$ 68,4
- Professor Evandro PTR$ 165 mil · 2.578 votosR$ 63,9
- Sandro Vilela PLR$ 58 mil · 2.136 votosR$ 27,1
- João Da Ruralvet PODER$ 260 mil · 10.027 votosR$ 25,9
- Dr Pacífico Júnior PSBR$ 217 mil · 10.103 votosR$ 21,5
Votos por real
- 2024, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 67 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 143 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 204 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.