Apuração
Vereador · 2012 · PP

Euclides Francisco

nasceu em 1950

Euclides Francisco se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,56← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSC2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSC (2006), PP (2012).

Dep. federalVereadorPartidoPSCPP2006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Xangri-Lá (RS)
    PP 11000· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSC 2010· direita
    não eleito803 votos; 220º mais votado de 279 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Euclides Francisco teve 803 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 220º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 36 cidades. Xangri-Lá deu 34,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,4%.

803 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 803 votos.
  1. Xangri-Lá (RS)278 votos34,6%
  2. Osório (RS)161 votos20%
  3. Capão da Canoa (RS)153 votos19,1%
  4. Imbé (RS)52 votos6,5%
  5. Porto Alegre (RS)46 votos5,7%
  6. Outras 21 cidades29 votos3,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Euclides Francisco declarou R$ 208,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 166,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 208,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 95.000 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • Euclides FranciscoR$ 208,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 208,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Euclides Francisco declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PSC · não eleito

De onde veio

R$ 2.204
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.201
O maior gasto foi com material impresso: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.201. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioTudo de BanrisulR$ 2029,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 13 por voto. Quem venceu, Manuela, gastou R$ 3,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,2; o mais barato, R$ 3,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 365 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.