Sinval Esquerdinha
Sinval Viana de Oliveira · nasceu em 1972
Sinval Esquerdinha se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: DC (2004–2012), MOBILIZA (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sinval Esquerdinha declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 33,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Sinval EsquerdinhaR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sinval Esquerdinha declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caraí (MG) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Caraí (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,8 por voto. Quem venceu, Patrícia De Aelson, gastou R$ 10,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 37,6; o mais barato, R$ 2,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marileno Rodrigues PTR$ 7,3 mil · 193 votosR$ 37,6
- Vania Da Vila Nova PDTR$ 764 · 24 votosR$ 31,8
- Tião Do Murundu PATRIOTAR$ 1,7 mil · 63 votosR$ 26,9
- Dheyson Irmão Do Pilota PTR$ 986 · 39 votosR$ 25,3
- Pedrão Da Saúde REPUBLICANOSR$ 5,7 mil · 377 votosR$ 15
- Zé Mario Professor PATRIOTAR$ 1,3 mil · 89 votosR$ 14,7
- Serginho De Nibra PDTR$ 2,5 mil · 210 votosR$ 11,8
- Paulo Henrique Motorista REPUBLICANOSR$ 1,3 mil · 114 votosR$ 11,2
- Patrícia De Aelson PATRIOTAR$ 3,5 mil · 331 votosR$ 10,7
- Irmãozinho De Madeirinha AVANTER$ 934 · 166 votosR$ 5,63
- João Bosco Colares PDTR$ 594 · 150 votosR$ 3,96
- Boca Preta PATRIOTAR$ 566 · 268 votosR$ 2,11
Votos por real
- 2020, vereador: 202 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 206 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.