Erval Fernandes
Erval Gilcimar Fernandes · nasceu em 1982
Erval Fernandes se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), DEM (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, ensino médio, auxiliar de escritório e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Erval Fernandes declarou R$ 148,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 43,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Erval FernandesR$ 148,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Banco do brasilR$ 86,3 milCaderneta de poupança
- Um lote de terreno urbanoR$ 24,4 milOutros bens imóveis
- Pálio fire, placa AKR-7609R$ 20,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma gleba de terras rural contendo a area total de 19R$ 7.230Outros bens imóveis rural
- Parte ideal de 16R$ 5.199Outros bens imóveis
- Um lote de terreno urbano designado por lote 02 da quadra…R$ 4.712Outros bens imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Erval Fernandes declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Heliodora (MG) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 48688,8%
- Outros candidatosR$ 6211,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 38570,4%
- ServiçosR$ 13023,7%
- EventosR$ 325,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Heliodora (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,6 por voto. Quem venceu, Marquinho Do Táxi, gastou R$ 7,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,1; o mais barato, R$ 7,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Garrincha DEMR$ 5,3 mil · 93 votosR$ 57,1
- Tita REPUBLICANOSR$ 2,3 mil · 61 votosR$ 38,2
- Rangel REPUBLICANOSR$ 2,3 mil · 81 votosR$ 28,8
- José Vítor REPUBLICANOSR$ 2,4 mil · 87 votosR$ 27,7
- Mara Da Reni REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 114 votosR$ 24,7
- Nêm Cachorrão DEMR$ 2,4 mil · 99 votosR$ 24,3
- Aldo Leite PTR$ 2,5 mil · 120 votosR$ 20,6
- Reginho REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 167 votosR$ 16,5
- Robertinho Do Taxi DEMR$ 2,8 mil · 175 votosR$ 16,2
- Francy Do Chico Zé DEMR$ 4,6 mil · 301 votosR$ 15,2
- Zé Ziquinho Leiteiro REPUBLICANOSR$ 2,6 mil · 238 votosR$ 11,1
- Marquinho Do Táxi MDBR$ 2 mil · 257 votosR$ 7,81
Votos por real
- 2016, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 202 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.