Erivan Miguel
Erivam Miguel de Oliveira · nasceu em 1967
Erivan Miguel se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Erivan Miguel declarou R$ 21,9 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2012.
- Erivan MiguelR$ 21,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 24,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85,3 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Erivan Miguel declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Serrinha (RN) · PDT · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Serrinha (RN), 2012
Mediana da disputa: R$ 22,4 por voto. Quem venceu, Rodrigo Do Carmo, gastou R$ 9,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,1; o mais barato, R$ 9,38.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabio Barbosa PTR$ 17 mil · 301 votosR$ 55,1
- Edvan PTBR$ 16 mil · 323 votosR$ 50,5
- Neto Crente PSCR$ 13 mil · 406 votosR$ 30,8
- Juliana Bento REPUBLICANOSR$ 7,8 mil · 288 votosR$ 27
- Rubão PTBR$ 6,3 mil · 244 votosR$ 25,9
- Zuca Pontes PHSR$ 10 mil · 430 votosR$ 23,7
- Deda Terto MDBR$ 25 mil · 1.121 votosR$ 22,4
- Zé Paulo PSDR$ 5,7 mil · 308 votosR$ 18,6
- Gildenor PLR$ 3,1 mil · 173 votosR$ 17,9
- Lena De Bal MDBR$ 1,8 mil · 107 votosR$ 16,7
- Moça De Dão PPR$ 1,3 mil · 135 votosR$ 9,63
- Rodrigo Do Carmo CIDADANIAR$ 2,8 mil · 298 votosR$ 9,38
Votos por real
- 2004, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.