Ercivaldo Correa
Ercivaldo Correa de Freitas · nasceu em 1968
Ercivaldo Correa se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PHS (2008), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ercivaldo Correa declarou R$ 413,8 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 359,9 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Ercivaldo CorreaR$ 413,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Emprestimo concedido a roberto de freitas queirozR$ 165,2 milOutros fundos
- imovel residencialR$ 86,2 milCasa
- Cooperativa mista dos prod. rurais vale do paranaibaR$ 74,7 milQuotas ou quinhões de capital
- ford KA ano 2018R$ 51,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda nxr 160 bross ano 2018R$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Firma individual registrada junta comercialR$ 14,4 milOutras participações societárias
- BrasilprevR$ 7.253Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ercivaldo Correa declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cachoeira Alta (GO) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.18469,2%
- Próprio bolsoR$ 1.41530,8%
Para onde foi
- TransporteTudo de Jr Comercio De Combustiveis LtdaR$ 1.13926,8%
- EscritórioR$ 200,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira Alta (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 115 por voto. Quem venceu, Tiaguinho Ramalho, gastou R$ 30,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.354; o mais barato, R$ 30,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eunice Alves PATRIOTAR$ 7,1 mil · 3 votosR$ 2.354
- Maju Paganini PATRIOTAR$ 7,1 mil · 6 votosR$ 1.179
- Esio Do Caramba PODER$ 8 mil · 33 votosR$ 242
- Mhaelly Viera PATRIOTAR$ 7,1 mil · 31 votosR$ 228
- Cielzinho PODER$ 7 mil · 46 votosR$ 153
- Maria Do Braizão PDTR$ 5,9 mil · 51 votosR$ 116
- Beth Da Feirinha PSDR$ 6,7 mil · 58 votosR$ 115
- Rosilene Assistente Social PATRIOTAR$ 7,1 mil · 81 votosR$ 87,4
- Fernanda Paula PDTR$ 20 mil · 326 votosR$ 62,6
- Weslaine PDTR$ 5,9 mil · 157 votosR$ 37,4
- Vinicius Vilarinho Timbete PDTR$ 9,5 mil · 266 votosR$ 35,9
- Tiaguinho Ramalho PODER$ 9,3 mil · 304 votosR$ 30,7
Votos por real
- 2020, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.