Enfermeiro do Povo
Antonio Lima Santana · nasceu em 1978
Enfermeiro do Povo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PP (2004), PL (2008), PSD (2012), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, ensino médio, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Enfermeiro do Povo declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 8.158 acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Enfermeiro do PovoR$ 16,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Enfermeiro do Povo declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Governador Nunes Freire (MA) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Governador Nunes Freire (MA), 2008
Mediana da disputa: R$ 44,2 por voto. Quem venceu, Eduarte, gastou R$ 9,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 542; o mais barato, R$ 9,12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joao Marcos CIDADANIAR$ 5,4 mil · 10 votosR$ 542
- Cirene MOBILIZAR$ 6,3 mil · 13 votosR$ 482
- Toto Oliveira DEMR$ 6,6 mil · 57 votosR$ 117
- Telma MOBILIZAR$ 7,3 mil · 77 votosR$ 94,8
- Terezinha DEMR$ 14 mil · 156 votosR$ 92,7
- Ideone DEMR$ 6,6 mil · 84 votosR$ 79,1
- Professora Dalva MDBR$ 6,8 mil · 154 votosR$ 44,2
- Esmilton PPR$ 12 mil · 291 votosR$ 42,5
- Moacir PSCR$ 4,8 mil · 139 votosR$ 34,2
- Vanderley CIDADANIAR$ 4,3 mil · 170 votosR$ 25,2
- Marcelo Oliveira PTR$ 6,2 mil · 248 votosR$ 24,9
- Eduarte PLR$ 4,2 mil · 462 votosR$ 9,12
Votos por real
- 2008, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.