Emisson
Emisson Gomes da Silva · nasceu em 1977
Emisson se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2008–2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Emisson declarou R$ 8.123 em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Emisson declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Paulo Jacinto (AL) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 82675,7%
- Material impressoR$ 26624,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Paulo Jacinto (AL), 2016
Mediana da disputa: R$ 52,7 por voto. Quem venceu, Ribeirinho, gastou R$ 40,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 40,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zézinho Quente PLR$ 9,9 mil · 54 votosR$ 183
- Caique PVR$ 9,1 mil · 100 votosR$ 90,5
- Anisthyn DEMR$ 19 mil · 220 votosR$ 86,4
- Júnior Ribeiro DEMR$ 9,9 mil · 120 votosR$ 82,2
- Maciel Lima PSBR$ 26 mil · 331 votosR$ 78
- Bruna Do Cido MDBR$ 16 mil · 229 votosR$ 70,4
- Salú PDTR$ 14 mil · 257 votosR$ 52,7
- Nerinho DEMR$ 11 mil · 217 votosR$ 49,4
- Maurinho MDBR$ 12 mil · 248 votosR$ 48,1
- Netinho PSBR$ 20 mil · 423 votosR$ 46,3
- Davi Caetano PSBR$ 15 mil · 359 votosR$ 41,8
- Ribeirinho PODER$ 17 mil · 413 votosR$ 40,9
Votos por real
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 8,6 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.