Emilio Ruby
Emilio Souza de Oliveira · nasceu em 1965
Emilio Ruby se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 4 partidos: PV (2004), MOBILIZA (2008), PSC (2012–2014), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, cantor e compositor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloPSC 20345· direita· na urna, Emilio Rubisuplente884 votos; 938º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Emilio Ruby teve 884 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 938º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 27 cidades. Sorocaba deu 91,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Emilio Ruby declarou R$ 308,7 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 14,9 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Emilio RubyR$ 308,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Emilio Ruby declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sorocaba (SP) · AGIR · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Sorocaba (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,3 por voto. Quem venceu, Missionario Rodrigo Manga, gastou R$ 9,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 43,3; o mais barato, R$ 9,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Coronel Rozendo PVR$ 81 mil · 1.863 votosR$ 43,3
- Jessé Loures PVR$ 126 mil · 3.323 votosR$ 38
- Eng. Martinez PSDBR$ 102 mil · 4.189 votosR$ 24,3
- Izidio PTR$ 83 mil · 3.474 votosR$ 24
- Francisco França PTR$ 96 mil · 4.156 votosR$ 23,1
- Carlos Leite PTR$ 65 mil · 3.248 votosR$ 19,9
- Renan PC do BR$ 62 mil · 3.181 votosR$ 19,3
- Iara Bernardi PTR$ 84 mil · 4.364 votosR$ 19,2
- Fernanda Schlic Garcia PSOLR$ 70 mil · 3.882 votosR$ 18,1
- Fernando Dini MDBR$ 116 mil · 7.727 votosR$ 15
- Pastor Apolo PSBR$ 54 mil · 4.195 votosR$ 12,9
- Missionario Rodrigo Manga DEMR$ 115 mil · 11.471 votosR$ 9,99
Votos por real
- 2016, vereador: 480 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 40 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 1.105 votos por R$ 1.000, 20 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.