Emano Rocha
Emanuel Gulherme Amaral da Rocha · nasceu em 1965
Emano Rocha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PDT (2006), PSDB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · ParáPDT 12111· centro-esquerdasuplente2.795 votos; 164º mais votado de 415 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Emano Rocha teve 2.795 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 164º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 71 cidades. Marituba deu 56,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Emano Rocha declarou R$ 13,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 46,2 mil, já descontada a inflação.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 25% da mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2008.
- Emano RochaR$ 13,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Emano Rocha declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Marituba (PA) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 11,5 mil73,7%
- Próprio bolsoR$ 2.16613,9%
- Outros candidatosR$ 1.92812,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11 mil70,8%
- OutrosR$ 3.46622,3%
- ServiçosR$ 1.0837%
Quanto custou cada voto: vereador, Marituba (PA), 2012
Emano Rocha: R$ 15,8 por voto (mediana da disputa, R$ 17,5). Quem venceu, Boni, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,8; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Emano Rocha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pastor Donis PTBR$ 59 mil · 898 votosR$ 65,8
- Prof. Silvia PSDR$ 39 mil · 632 votosR$ 61,9
- Batista PSDR$ 25 mil · 657 votosR$ 38,8
- Nilson Serrão PSDR$ 26 mil · 804 votosR$ 32,3
- Anderson Lima MDBR$ 37 mil · 1.696 votosR$ 21,7
- Salin MDBR$ 23 mil · 1.264 votosR$ 18,1
- Gilberto Souto CIDADANIAR$ 16 mil · 908 votosR$ 17,5
- Junior Amaral PPR$ 29 mil · 1.696 votosR$ 17,4
- Emano Rocha PSDBR$ 16 mil · 984 votosR$ 15,8
- Helder Brito PSDBR$ 25 mil · 1.604 votosR$ 15,6
- Mello REPUBLICANOSR$ 29 mil · 2.092 votosR$ 13,8
- Boni PSDBR$ 17 mil · 1.458 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 377 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.