Marcos Lopes
José Marcos Gonçalves Lopes · nasceu em 1957
Marcos Lopes se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2024.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2008), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 67 anos, superior completo, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcos Lopes declarou R$ 733,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 55,5 mil acima da inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2024.
- Marcos LopesR$ 733,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 466,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 623,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 12 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- apto 601, edificio primavera em PeabiruR$ 150,4 milApartamento
- DinheiroR$ 149,1 milConta corrente no país
- Chevrolet onix ltzR$ 118,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote de terra 710 em peabiruR$ 88,4 milTerreno
- 25% Imovel rural matricula 8377 CRI peabiruR$ 61,3 milTerra nua
- ConsorcioR$ 44,2 milConsórcio não contemplado
- 25% Imovel rural matricula 5372 CRI peabiruR$ 40,4 milTerra nua
- Lote de terra 711 em peabiru matricula 6635 CRI peabiruR$ 27,6 milTerreno
- 25% Imovel rural 112 remR$ 26,6 milTerra nua
- Cdi banco brasilR$ 21 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Popanca ouro capR$ 3.369Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- 25% Imovel rural matricula 11632 CRI peabiruR$ 3.067Terra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Lopes declarou ao TSE R$ 318 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 217 mil, 93% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Peabiru (PR) · PL · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 14,2 mil6,6%
Para onde foi
- ServiçosTudo de C. J. Dos Reis - Sociedade Individual De AdvocaciaR$ 65,6 mil30,3%
- Material impressoTudo de Abassi Comunicacao Visual LtdaR$ 34,3 mil15,9%
- Pessoal39 pessoas, não nomeadasR$ 21,4 mil9,9%
- EscritórioR$ 3.3081,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Peabiru (PR), 2024
Marcos Lopes: R$ 61,1 por voto (mediana da disputa, R$ 61,1). O voto mais caro custou R$ 72,5; o mais barato, R$ 37,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Bruno Pão PPR$ 203 mil · 2.807 votosR$ 72,5
- Jorginho Pinto PSDR$ 36 mil · 565 votosR$ 63,9
- Marcos Lopes PLR$ 217 mil · 3.545 votosR$ 61,1
- Joao Carlos Klein MDBR$ 22 mil · 582 votosR$ 37,6
Votos por real
- 2024, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 64 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.