Elias de Aquino
Elias Tomaz de Aquino Neto · nasceu em 1950
Elias de Aquino se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 70 anos, até o fundamental, mecânico de manutenção, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Santa Mônica (PR)PT 13· esquerdaNa chapa de Vanderlei Schmidtchapa não eleita555 votos da chapa, 23,4%
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Elias de Aquino declarou R$ 316 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 37,9 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Elias de Aquino declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santa Mônica (PR) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.74879,4%
- PessoasR$ 97220,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.72478,9%
- ServiçosR$ 97220,6%
- EscritórioR$ 240,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Mônica (PR), 2016
Elias: R$ 118 por voto (mediana da disputa, R$ 31,9). Quem venceu, Irani, gastou R$ 13,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 13,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Elias. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marquinhos Canassa PTR$ 4,7 mil · 36 votosR$ 131
- Elias PTR$ 4,7 mil · 40 votosR$ 118
- Abel PTR$ 4,4 mil · 60 votosR$ 72,9
- Beloniza PTR$ 4,4 mil · 60 votosR$ 72,7
- Miltão PTR$ 4,5 mil · 133 votosR$ 34,1
- Formigão PTR$ 4,6 mil · 145 votosR$ 31,9
- Vanderlei PTR$ 4,4 mil · 175 votosR$ 25,1
- Fraga PTR$ 2,9 mil · 149 votosR$ 19,3
- Nei Da Farmácia PSDBR$ 2,2 mil · 136 votosR$ 16,2
- Temi PSCR$ 2,2 mil · 138 votosR$ 16
- Irani MDBR$ 2,3 mil · 171 votosR$ 13,4
Votos por real
- 2016, vereador: 8,5 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.