Elias Barros
Elias Barros Dias · nasceu em 1962
Elias Barros se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PODE (2002–2006), PL (2010), AGIR (2014).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2014, não eleito.
Declarou ao TSE em 2014: 52 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2010
- 2006
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Elias Barros teve 1.128 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 39º lugar entre 64 candidatos.
Recebeu votos em 89 cidades. Maceió deu 61,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Elias Barros declarou ao TSE R$ 121 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para governador: R$ 73 mil.
Campanha a campanha
2014 · Senador · Alagoas · AGIR · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 14,2 mil64,9%
- EmpresasTudo de Bernardo E Carvalho Advocacia E ConsultoriaR$ 5.76026,3%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.9208,8%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de E. R. Da Silva Som E Imagem - MeR$ 9.60143,9%
Quanto custou cada voto: senador, Alagoas, 2014
Elias Barros: R$ 3,70 por voto (mediana da disputa, R$ 3,70). Quem venceu, Collor, gastou R$ 5,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 13,3; o mais barato, R$ 0,45.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Elias Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Coronel Brito PATRIOTAR$ 26 mil · 1.922 votosR$ 13,3
- Omar DEMR$ 880 mil · 137.237 votosR$ 6,41
- Collor PTBR$ 4 milhões · 689.266 votosR$ 5,77
- Elias Barros AGIRR$ 22 mil · 5.914 votosR$ 3,70
- Marcos Aguiar PODER$ 3,4 mil · 2.741 votosR$ 1,24
- Heloísa Helena PSOLR$ 486 mil · 394.309 votosR$ 1,23
- Oldemberg Paranhos PRTBR$ 2,9 mil · 6.390 votosR$ 0,45
Votos por real
- 2014, senador: 270 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 234 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2006, governador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2002, governador: 107 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.