Eliana Ribeiro
Eliana Marta Ribeiro da Silva · nasceu em 1955
Eliana Ribeiro se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputada estadual, em 2002.
Passou por 2 partidos: MDB (2002–2006), AVANTE (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 52 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputada estadual · Rio de JaneiroMDB 15123· centrosuplente31.915 votos; 72º mais votada de 1.377 no estado
- 2002Deputada estadual · Rio de JaneiroMDB 15123· centroeleita56.683 votos; 13º mais votada de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Eliana Ribeiro teve 31.915 votos para deputada estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 72º lugar entre 1.377 candidatos.
Recebeu votos em 84 cidades. Rio de Janeiro deu 88,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Eliana Ribeiro declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Eliana Ribeiro declarou ao TSE R$ 1,7 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 1,3 milhão.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Rio de Janeiro (RJ) · AVANTE · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- PessoasR$ 47,4 mil70,7%
- EmpresasR$ 19,7 mil29,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 43,3 mil64,5%
- Material impressoR$ 15,7 mil23,4%
- TransporteR$ 7.89811,8%
- EscritórioR$ 1980,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Rio de Janeiro (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 33,8 por voto. Quem venceu, Sirkis, gastou R$ 16,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 16,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Messina PVR$ 806 mil · 5.201 votosR$ 155
- Andrea Gouvea Vieira PSDBR$ 2,6 milhões · 28.213 votosR$ 93,2
- Dalva Lazaroni PSBR$ 765 mil · 9.602 votosR$ 79,7
- Robson Leite PTR$ 785 mil · 10.681 votosR$ 73,5
- Luiz Antonio Guaraná PSDBR$ 1,6 milhão · 23.476 votosR$ 68,3
- Eider Dantas DEMR$ 1,5 milhão · 27.718 votosR$ 53,7
- Jorge Felippe MDBR$ 827 mil · 24.480 votosR$ 33,8
- Dr. Jairinho PSCR$ 797 mil · 23.880 votosR$ 33,4
- Chiquinho Brazão MDBR$ 1,2 milhão · 37.845 votosR$ 32,5
- Aspásia PVR$ 805 mil · 31.880 votosR$ 25,2
- Rosa Fernandes DEMR$ 1,2 milhão · 64.259 votosR$ 19
- Sirkis PVR$ 782 mil · 47.729 votosR$ 16,4
Votos por real
- 2006, deputada estadual: 91 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2002, deputada estadual: 44 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.