Apuração
Vereador · 2020 · PV

Eli Soares

Eli Soares Ferreira · nasceu em 1985

Eli Soares disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Ribeirão Grande (SP)), pelo PV: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV−0,06← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPV2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, ensino médio, frentista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PV 43111· centro
    suplente174 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Eli Soares declarou R$ 125 mil em bens, em reais de hoje: 7,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 125 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 87.000 na declaração)

Declarou 7,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Eli SoaresR$ 125 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 125 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Ribeirão dos cruzesR$ 71,8 mil
    Casa
  2. TerrenoR$ 35,9 mil
    Terreno
  3. CarroR$ 10,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Conta correnteR$ 7.182
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Eli Soares declarou ao TSE R$ 546 em receitas, em reais de hoje, 61% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Ribeirão Grande (SP) · PV · suplente

De onde veio

R$ 548
61% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 548.
  1. Outros candidatosR$ 33561,2%
  2. PessoasR$ 14225,8%
  3. Próprio bolsoR$ 7112,9%

Para onde foi

R$ 71
O maior gasto foi com material impresso: 96% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 71.
  1. Material impressoR$ 6896%
  2. EscritórioR$ 34%

Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirão Grande (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 32,8 por voto. Quem venceu, João Luiz Do Boa Vista, gastou R$ 7,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 202; o mais barato, R$ 7,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mari Noivas PTBR$ 1,4 mil · 7 votosR$ 202
  • Luiz Paiva PTBR$ 5,7 mil · 35 votosR$ 162
  • Professora Nilce PPR$ 14 mil · 96 votosR$ 147
  • Alcione PPR$ 1,4 mil · 14 votosR$ 101
  • Donizeti Batista PVR$ 1,4 mil · 16 votosR$ 88,5
  • Agenor Rostelato PTBR$ 4,2 mil · 66 votosR$ 64,3
  • Fátima Lara PSDBR$ 2,1 mil · 64 votosR$ 32,8
  • Edna Doce PSDBR$ 1,8 mil · 67 votosR$ 26,1
  • Valdomiro Machado PTR$ 1,4 mil · 134 votosR$ 10,6
  • Claudete Do Alencar PSDBR$ 2,4 mil · 234 votosR$ 10,4
  • Orlando Balaio PVR$ 1,4 mil · 178 votosR$ 7,95
  • João Luiz Do Boa Vista PSDBR$ 1,8 mil · 245 votosR$ 7,22

Votos por real

  • 2020, vereador: 174 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.