Apuração
Vereador · 2020 · PV

Eli de Oliveira

Elizeu Souza de Oliveira · nasceu em 1989

Eli de Oliveira disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Dolcinópolis (SP)), pelo PV: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV−0,06← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPV2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 31 anos, ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Dolcinópolis (SP)
    PV 43222· centro
    suplente5 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Eli de Oliveira declarou ao TSE R$ 170 em receitas, em reais de hoje.

2020 · Vereador · Dolcinópolis (SP) · PV · suplente

De onde veio

R$ 170
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Dolcinópolis (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 3,35 por voto. Quem venceu, Batata, gastou R$ 2,91 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,7; o mais barato, R$ 1,19.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 5 sem votos registrados.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.