Eli Correa
Eli Correa de Freitas · nasceu em 1955
Eli Correa se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2020.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2024: 69 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Eli Correa declarou R$ 112,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 2,1 mi, já descontada a inflação.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Eli CorreaR$ 112,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imóvel rural com area de 15R$ 35,4 milOutros bens e direitos
- Imóvel rural localizado no municipio de joao pinheiro com…R$ 27,6 milOutros bens e direitos
- Imovel rural com area 19R$ 27,6 milOutros bens e direitos
- Imóvel rural localizado no municipio de joão pinheiroR$ 22,1 milOutros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Eli Correa declarou ao TSE R$ 377 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 316 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · João Pinheiro (MG) · DEM · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.52850%
- Próprio bolsoR$ 2.35546,6%
- Outros candidatosR$ 1703,4%
Para onde foi
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 2.12343,5%
Quanto custou cada voto: vereador, João Pinheiro (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,8 por voto. Quem venceu, Pedro Gil, gastou R$ 6,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,1; o mais barato, R$ 6,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gislene Dos Cachorros AVANTER$ 21 mil · 255 votosR$ 83,1
- Deivid De Paula MDBR$ 6,9 mil · 182 votosR$ 37,9
- Jânio Ribeiro CIDADANIAR$ 6,4 mil · 169 votosR$ 37,7
- Silio Martins PROSR$ 5,2 mil · 200 votosR$ 25,8
- Paulinho Trevo 2 SOLIDARIEDADER$ 7,4 mil · 543 votosR$ 13,6
- Geraldinho Porto PSDR$ 5,8 mil · 488 votosR$ 12
- Luizinho Da Ambulância AVANTER$ 9,2 mil · 781 votosR$ 11,8
- Alexandre Da Farmácia SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 1.007 votosR$ 11,4
- Zé Vieira PSDR$ 6,2 mil · 651 votosR$ 9,50
- Elson Barbeiro MDBR$ 5,8 mil · 680 votosR$ 8,57
- Jefinho AVANTER$ 5,1 mil · 657 votosR$ 7,74
- Pedro Gil PDTR$ 6 mil · 901 votosR$ 6,69
Votos por real
- 2020, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.