Raudinho da Padaria
Raudison Menezes de Lima · nasceu em 1986
Raudinho da Padaria se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PSB (2016), AVANTE (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Raudinho da Padaria declarou R$ 2,8 mi em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 2,3 mi acima da inflação.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Raudinho da PadariaR$ 2,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 13 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Prédio residencialR$ 773,3 milPrédio residencial
- Prédio comercialR$ 552,3 milPrédio comercial
- Terreno ruralR$ 331,4 milTerreno rural
- CasaR$ 276,2 milCasa
- CasaR$ 220,9 milCasa
- CarroR$ 198,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CarroR$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- TerrenoR$ 77,3 milTerreno
- TerrenoR$ 77,3 milTerreno
- TerrenoR$ 77,3 milTerreno
- TerrenoR$ 77,3 milTerreno
- Capital empresaR$ 55,2 milQuotas ou quinhões de capital
- CarroR$ 23,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Raudinho da Padaria declarou ao TSE R$ 219 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 125 mil, 70% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Lambari (MG) · PP · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 87,5 mil70,2%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 19,9 mil16%
- Próprio bolsoR$ 17,3 mil13,9%
Para onde foi
- Pessoal32 pessoas, não nomeadasR$ 40,1 mil32,2%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 18,6 mil14,9%
- RepassesR$ 5.4684,4%
- EscritórioR$ 1.4761,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 9080,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Lambari (MG), 2024
Raudinho Da Padaria: R$ 34,2 por voto (mediana da disputa, R$ 34,2). Quem venceu, Leonardo Framil, gastou R$ 38,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 288; o mais barato, R$ 33,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Raudinho Da Padaria. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zezinho Da Caixa PTR$ 71 mil · 247 votosR$ 288
- Leonardo Framil UNIÃOR$ 181 mil · 4.684 votosR$ 38,7
- Raudinho Da Padaria PPR$ 125 mil · 3.652 votosR$ 34,2
- Marcelo Da Van REPUBLICANOSR$ 147 mil · 4.393 votosR$ 33,5
Votos por real
- 2024, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.