Apuração
Prefeito · 2024 · PP

Luiz Antonio Pardal

Luiz Antonio da Silva · nasceu em 1971

Luiz Antonio Pardal disputou uma eleição, em 2024, para prefeito (Corumbá (MS)), pelo PP: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,63← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPP2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, superior completo, administrador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Prefeito · Corumbá (MS)
    PP 11· direita
    não eleito10.659 votos, 21,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Luiz Antonio Pardal declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.339.274 na declaração)

Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2024.

  • Luiz Antonio PardalR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 618,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 901,5 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Casa de alvenaria com dois pavimentosR$ 939 mil
    Casa
  2. Condominio dona marianR$ 255,5 mil
    Apartamento
  3. Blazer ltz d 4 a preta ano 2018R$ 132,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. 30% Cessão de posse sitio acuri lodgeR$ 66,3 mil
    Outros bens imóveis rural
  5. Terreno localizado em corumbaR$ 49,7 mil
    Terreno
  6. Barco de aluminio 3 estrelasR$ 36,5 mil
    Embarcação

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Luiz Antonio Pardal declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, em reais de hoje, 54% de dinheiro público.

2024 · Prefeito · Corumbá (MS) · PP · não eleito

De onde veio

R$ 1 mi
54% veio de fundos públicos; 104 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi.
  1. Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 546,9 mil54%
  2. Pessoas104 pessoas, não nomeadasR$ 331,4 mil32,7%
  3. PartidoTudo de Comissao Provisoria Estadual-Partido ProgressistaR$ 120,3 mil11,9%
  4. Próprio bolsoR$ 13,7 mil1,4%

Para onde foi

R$ 1 mi
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 25,4 mil2,5%
  2. EscritórioR$ 20,9 mil2,1%
  3. TransporteR$ 9.8431%

Quanto custou cada voto: prefeito, Corumbá (MS), 2024

Luiz Antonio Pardal: R$ 94,2 por voto (mediana da disputa, R$ 25). Quem venceu, Dr. Gabriel, gastou R$ 25 por voto. O voto mais caro custou R$ 214; o mais barato, R$ 4,88.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Antonio Pardal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.