Lúcio Flávio
Lúcio Flávio do Rosário · nasceu em 1964
Lúcio Flávio se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PSD (2012), PV (2018), PSD (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, superior completo, prefeito, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2018, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · AmazonasPV 43777· centro· na urna, Lucio Flaviosuplente13.947 votos; 37º mais votado de 578 no estado
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Manicoré (AM)PSDB 25· centro-direitaNa chapa de Nenachapa não eleita4.730 votos da chapa, 29,5%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Lúcio Flávio teve 13.947 votos para deputado estadual, 0,8% dos votos válidos do estado: 37º lugar entre 578 candidatos.
Recebeu votos em 51 cidades. Manicoré deu 55,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Lúcio Flávio declarou R$ 943,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 930,1 mil acima da inflação.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amazonas em 2024.
- Lúcio FlávioR$ 943,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 364,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 500,7 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Apartamento no parque ponta negraR$ 495,9 milApartamento
- Apartameno no brisas do parque clubeR$ 431,1 milApartamento
- Conta corrente junto ao banco do brasil SAR$ 16,4 milOutros bens e direitos
- Conta poupança junto à caixa economica federalR$ 239Caderneta de poupança
- Conta corrente junto ao banco bradesco SAR$ 4Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Lúcio Flávio declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 770 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Manicoré (AM) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas31 pessoas, não nomeadasR$ 303 mil41,8%
- Próprio bolsoR$ 42,1 mil5,8%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 20,8 mil2,9%
- EscritórioR$ 11,3 mil1,6%
- PessoalR$ 10,8 mil1,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Manicoré (AM), 2024
Lúcio Flávio: R$ 38 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Lúcio Flávio PSDR$ 716 mil · 18.850 votosR$ 38
Votos por real
- 2024, prefeito: 26 votos por R$ 1.000.
- 2020, prefeito: 40 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 441 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.