Léo de Mauro
Leomir Camargos dos Santos · nasceu em 1984
Léo de Mauro se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PTB (2004–2008), PSD (2012), PP (2016), PSD (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 40 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020Vice-prefeito · Angelândia (MG)PSD 45· direitaNa chapa de Paulinho Pinheirochapa eleita2.212 votos da chapa, 45,5%
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Léo de Mauro declarou R$ 728,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 720,5 mil acima da inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Léo de MauroR$ 728,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 12 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 165,7 milCasa
- 12,5% quotas empresa Maria Camargos dos SantosR$ 118,2 milOutras participações societárias
- 12,5% terreno imóvel lote urbanoR$ 100,7 milTerreno
- 12,5% terreno imóvel ruralR$ 93,2 milOutros bens imóveis rural
- Terreno imóvel urbano loteR$ 66,3 milTerreno
- Imóvel ruralR$ 58,8 milOutros bens imóveis rural
- 12,5% terreno imóvel ruralR$ 46,6 milOutros bens imóveis rural
- Imóvel ruralR$ 27,6 milOutros bens imóveis rural
- Automóvel Fiat Strada 2012R$ 24,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta Honda NXR160 2019R$ 13,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta Honda CH125 modelo 2017R$ 7.538Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 12,5% terreno imóvel ruralR$ 6.214Outros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Léo de Mauro declarou ao TSE R$ 271 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 246 mil, 40% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Angelândia (MG) · PL · não eleito
De onde veio
- Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 116,7 mil47,4%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal-PlR$ 98,4 mil40%
- Próprio bolsoR$ 31,2 mil12,7%
Para onde foi
- Pessoal38 pessoas, não nomeadasR$ 68,5 mil28,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5470,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Angelândia (MG), 2024
Léo De Mauro: R$ 133 por voto (mediana da disputa, R$ 94,5). Quem venceu, Nego De Domicio, gastou R$ 94,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 199; o mais barato, R$ 61,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Léo De Mauro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcim Da Ambulância REPUBLICANOSR$ 51 mil · 258 votosR$ 199
- Léo De Mauro PLR$ 241 mil · 1.816 votosR$ 133
- Nego De Domicio PRDR$ 271 mil · 2.865 votosR$ 94,5
- Marcos De João De Naia AVANTER$ 22 mil · 354 votosR$ 61,7
Votos por real
- 2024, prefeito: 7,5 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.