Zé Divino
José Divino da Silva · nasceu em 1960
Zé Divino se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008, 2012 e 2024.
Passou por 3 partidos: PRTB (2006), PP (2008–2012), PSD (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPRTB 28080· direita· na urna, Jose Divinosuplente19.031 votos; 141º mais votado de 852 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Zé Divino teve 19.031 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 141º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 188 cidades. Nova Ponte deu 24,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Zé Divino declarou R$ 2,4 mi em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2024, o total subiu R$ 859,7 mil acima da inflação.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Zé DivinoR$ 2,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 15 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imóvel ruralR$ 1,1 miTerra nua
- Imóvel residencialR$ 364,5 milConstrução
- Imóvel ruralR$ 193,5 milTerra nua
- LoteR$ 175,7 milTerreno
- Imóvel comercialR$ 165,7 milConstrução
- Valor em espécieR$ 165,7 milDinheiro em espécie
- LoteR$ 51,7 milTerreno
- LoteR$ 51,7 milTerreno
- LoteR$ 51,7 milTerreno
- LoteR$ 44,8 milTerreno
- Conta correnteR$ 11,3 milConta corrente no país
- Conta correnteR$ 6.493Conta corrente no país
- LoteR$ 1.353Terreno
- Capital socialR$ 110Quotas ou quinhões de capital
- PoupançaR$ 49Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Zé Divino declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 583 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Nova Ponte (MG) · PP · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 158,4 mil68,6%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 55,8 mil24,1%
- Próprio bolsoR$ 16,4 mil7,1%
- PartidoR$ 4370,2%
Para onde foi
- InternetR$ 10,4 mil4,5%
- EscritórioR$ 13< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Ponte (MG), 2024
Zé Divino: R$ 40,3 por voto (mediana da disputa, R$ 30,7).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2024, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 7,6 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.