Dolglas Eduardo
Dolglas Eduardo Silva · nasceu em 1987
Dolglas Eduardo disputou uma eleição, em 2024, para prefeito (Patos de Minas (MG)), pelo UNIÃO: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dolglas Eduardo declarou R$ 2,4 mi em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Dolglas EduardoR$ 2,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 16 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Investimentos Financeitos no Banco C6 S/AR$ 576,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Investimentos Financeiros no Banco Inter S/AR$ 402 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- 50% de um imóvel residencial/comercial em Patos de MinasR$ 313,2 milPrédio comercial
- Apartamento Residencial em Patos de MinasR$ 220,9 milApartamento
- Imóvel Residencial em Patos de MinasR$ 220,9 milPrédio residencial
- Imóvel Residencial em CoromandelR$ 203,6 milPrédio residencial
- Investimentos Financeiros no Banco XP SAR$ 146,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Investimentos Financeiros Nu Pagamentos S/AR$ 125,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Investimentos Financeitos no Banco BTG Pactual S/AR$ 77,7 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Veículo VW Virtus 2018R$ 59,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta-Corrente Banco C6 S/AR$ 13,4 milConta corrente no país
- Conta-Corrente Banco Inter S/AR$ 9.893Conta corrente no país
- Conta-Corrente Bradesco S/AR$ 2.094Conta corrente no país
- Conta-Corrente Banco XP SAR$ 1.420Conta corrente no país
- Conta-Corrente Banco do Brasil S/AR$ 904Conta corrente no país
- Conta-Corrente Nu Pagamentos S/AR$ 1Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2024, Dolglas Eduardo declarou ao TSE R$ 357 mil em receitas, em reais de hoje, 31% de dinheiro público.
2024 · Prefeito · Patos de Minas (MG) · UNIÃO · não eleito
De onde veio
- Pessoas16 pessoas, não nomeadasR$ 152,4 mil42,7%
- Fundo eleitoralTudo de Uniao BrasilR$ 109,4 mil30,6%
- Próprio bolsoR$ 95,2 mil26,6%
- Outros candidatosR$ 108< 0,1%
- PartidoR$ 48< 0,1%
Para onde foi
- OutrosR$ 2030,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Patos de Minas (MG), 2024
Dolglas Eduardo: R$ 29,9 por voto (mediana da disputa, R$ 24,8). Quem venceu, Falcão, gastou R$ 13,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,9; o mais barato, R$ 13,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dolglas Eduardo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dolglas Eduardo UNIÃOR$ 329 mil · 11.017 votosR$ 29,9
- Rildo Rodrigues Do Carmo REDER$ 11 mil · 426 votosR$ 24,8
- Falcão NOVOR$ 870 mil · 65.823 votosR$ 13,2
Votos por real
- 2024, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.