Bernard Tavares
Bernard Tavares Didimo · nasceu em 1984
Bernard Tavares se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2024.
Passou por 3 partidos: REPUBLICANOS (2012), PSD (2016–2018), REPUBLICANOS (2020), CIDADANIA (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 40 anos, superior completo, prefeito, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio de JaneiroPSD 5500· direitasuplente4.659 votos; 221º mais votado de 1.046 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Bernard Tavares teve 4.659 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 221º lugar entre 1.046 candidatos.
Recebeu votos em 74 cidades. Carapebus deu 54,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Bernard Tavares declarou R$ 574 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 571,7 mil acima da inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2024.
- Bernard TavaresR$ 574 mil
- Mediana dos candidatosR$ 322,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 442,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CasaR$ 386,6 milCasa
- Cotas de empresaR$ 88,4 milOutros bens e direitos
- AplicaçõesR$ 71,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- AplicaçõesR$ 12 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Valor em contaR$ 10 milOutros bens e direitos
- AplicaçõesR$ 3.866Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Outros bensR$ 1.114Outros bens e direitos
- PoupançaR$ 146Poupança para construção ou aquisição de bem imóvel
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Bernard Tavares declarou ao TSE R$ 682 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 286 mil, 99% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Carapebus (RJ) · CIDADANIA · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Cidadania - Brasil - Br - NacionalR$ 284,4 mil99,5%
- PessoasR$ 1.4870,5%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 21,9 mil7,7%
- EscritórioR$ 5.4811,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Carapebus (RJ), 2024
Bernard Tavares: R$ 38,3 por voto (mediana da disputa, R$ 38,3).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dandinho PPR$ 228 mil · 4.284 votosR$ 53,3
- Bernard Tavares CIDADANIAR$ 286 mil · 7.464 votosR$ 38,3
Votos por real
- 2024, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 60 votos por R$ 1.000, 9,7 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 235 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.